Fórum Araripense de Combate e Prevenção a Desertificação.


No dia 14 de setembro (quarta-feira) representantes das instituições que fazem parte do Fórum Araripense de Combate e Prevenção a Desertificação estiveram reunidos na comunidade Campo Alegre no Crato. O encontro teve como foco principal debater a atualização do estatuto da Associação Programa Um Milhão de Cisternas para o Semiárido (AP1MC).

A definição deste tema inicial do encontro foi acordado em reunião do Fórum Cearense Pela Vida no Semiárido (FCVSA), esta reunião se deu nos dias 17 e 18 de agosto em Fortaleza. Foi tirado como encaminhamento deste encontro que a coordenação do FCVSA participasse das reuniões de todas as microrregiões do estado com a finalidade de trazer propostas para a atualização do estatuto da AP1MC.

Após a mística de abertura do encontro que foi puxada por Manuel Leandro (Comunicador Popular da Cáritas Diocesana Crato), ele apresenta uma poesia inspirada na ancestralidade dos povos do Cariri, um olhar para nossas raízes.







Com o fim da mística Angelita Maciel inicia a reunião apresentando a pauta deste encontro e enfatiza a importância deste momento. Ela passa a fala para o representante da coordenação do Fórum Cearense Pela Vida no Semiárido, Marcos Jacinto (da instituição Elo Amigo de Iguatu).


Marcos faz um informe sobre a reunião que ocorreu em Fortaleza, e os encaminhamentos tirados deste dia que seriam a reformulação do estatuto da AP1MC e levar este debate para os Fóruns Microrregionais. Inicialmente ele traz um debate sobre a atual conjuntura e as dinâmicas da rede ASA.

Durante apresentação de Marcos abre-se o debate sobre a atual conjuntura do país e um breve resgate da caminhada das instituições com a ASA.



Durante o debate Verônica Neuma representante do GRUNEC Cariri, Conselho da Mulher Cratense e Cáritas Diócesana Crato, fala da sua participação na reunião do FCVSA nos dias 17 e 18 de agosto e em sua fala ela faz menção a alguns questionamentos que sentiu falta na reunião passada. Seus questionamento estão ligados a reformulação do estatuto da AP1MC. "Algumas instituições estão se posicionando em não negociar com o governo golpista. Fizemos algumas caminhadas como em Petrolina, mas concretamente qual nosso posicionamento pois estamos gritando Fora Temer constantemente. A sustentabilidade das instituições está ai, no primeiro edital que surgir vamos concorrer? Vamos nos abraçar novamente com governo golpista? Nosso desafio é esse. ASA somos nós, nestas reuniões estamos mudando este estatuto."

As falas seguiram em torno da situação atual de todas as instituições que formam a Rede ASA - Articulação no Semiárido Brasileiro, nesta trajetória de caminhadas algumas instituições que compõem o Fórum Araripense de Combate e Prevenção a Desertificação (COGERH, Flona Araripe, Sindicatos e Associações) relembram suas lutas e as mudanças na transformação na vida das pessoas na Chapada do Araripe.

Como encaminhamento foram tiradas propostas ligadas ao enfrentamento da política de recursos hídricos; educação contextualizada; mobilização permanente de enfrentamento do governo.

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